Autor(a): Jenna Blum
Ano da edição: 2011
Editora: Casa da Palavra
Gênero: Romance de Guerra
Catalogação: Ficção Americana
Sinopse: Weimar, Alemanha, 1939. Anna é um jovem de 18 anos com um futuro promissor: casar-se com um oficial alemão e ter filhos que perpetuarão a raça ariana. Pelo menos era o que o pai, um simpatizante do nazismo, havia planejado para ela. Ao se apaixonar por um médico judeu, no entanto, sua vida muda completamente. Forçada a fugir de casa, Anna refugia-se na confeitaria de Mathilde Staudt, que fornece pães aos oficiais de Buchenwald, o campo de concentração localizado nas proximidades. Poucos sabem, contudo, que Frau Staudt também é membro da Resistência. Em pouco tempo, Anna começa a participar das atividades humanistas da confeiteira, entre elas, a entrega de pães e informações aos prisioneiros de Buchenwald. Cinco décadas mais tarde, Anna é uma cidadã norte-americana, morando no Minnesota. Apesar da insistência da filha, Trudy, uma professora de história alemã, Anna recusa-se a falar sobre suas experiências durante a guerra. A única pista de Trudy sobre sua origem é uma fotografia dela e da mãe ao lado de um oficial nazista. Em sua incansável busca pela verdade, Trudy tem a chance de alcançar a redenção que tanto almeja, mas irá trazer à tona o segredo desolador que sua mãe esconde há cinquenta anos.
TRECHOS EXTRAÍDOS NA LEITURA DO LIVRO
“A morte de um dos pais é uma experiência que abala profundamente a vida. (...) Desde que meu pai morreu, todas as manhãs eu acordo sabendo que jamais voltarei a sentir uma segurança absoluta. Depois que um pai ou uma mãe morre, nada está totalmente certo, não é? Mesmo que as coisas estejam indo bem, algo parece ligeiramente fora do lugar...”.
“A história não é um estudo em preto e branco. O comportamento humano é composto por motivos ocultos, nuanças sombrias”.
“O pesar pesa. Talvez uma nova angústia evoque os sintomas físicos de uma angústia antiga”.
“A única forma de ganhar o respeito de alguém que debocha é responder à altura”.
“Dizem que a guerra faz estranhos aliados; aparentemente, também faz estranhas amizades”.
“Mesmo os atos mais comuns conduzidos pelos belos parecem abençoados com graça, simplesmente por eles ficarem tão bem ao fazê-los”.
“A única forma de sarar uma ferida é deixá-la em paz”.
“Todos nós nos sentimos envergonhados, de um jeito ou de outro. Quem, dentre nós, não tem uma mancha no passado?”.
“As pessoas detestam quando os outros saem de suas caixinhas rotuladas”.
“Frequentemente, a vida é injusta e dolorosa e o amor é difícil de achar, e você tem que pegá-lo sempre e onde puder, não importa quanto seja breve ou como termine”.
“Certos homens sempre construíram suas fortunas em decorrência da infelicidade alheia. Se é preciso haver guerras – e, dada a natureza humana, elas são inevitáveis, o que é triste porém verdade - , então porque não lucrar com isso quando se é capaz? Negócio é negócio.”
“Cada pessoa tem a escolha sobre como viver em relação ao passado, essa dignidade, esse direito inviolável”.
Texto e Imagem: Google
📚 Biblioteca Pessoal

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