Autor(a): Lucinda Riley
Ano da edição: 2012
Editora: Novo Conceito
Gênero: Romance
Catalogação: Ficção Inglesa
Sinopse: Emilie de la Martinières nasceu em uma rica e aristocrática família francesa, porém, depois da morte de sua glamourosa e distante mãe, ela se encontra sozinha no mundo e como única herdeira da grande residência em que passou sua infância, no sul da França. Um antigo caderno de poemas conduz Emilie à busca pela misteriosa e bela Shopia, cujo trágico caso de amor alterou o destino de sua família. Em Londres, 1943, a jovem arquivista Constance Carruthers é recrutada pela SOE, chegando em Paris durante o auge da segunda Guerra Mundial, quando a cidade estava ocupada pelo inimigo. Em suas primeiras horas na França, ela conhece uma rica família, envolvida em um jogo mortal de mentiras e segredos. Forçada a entregar sua identidade, todos os laços com sua terra natal e seu amado marido, Constance se vê em meio a uma complexa rede com consequências que afetarão as gerações seguintes. O novo romance de Lucinda Riley, autora do best-seller internacional "A casa das orquídeas", é uma história intensa sobre o amor, a guerra e, acima de tudo, o perdão.
TRECHOS EXTRAÍDOS NA LEITURA DO LIVRO
“Mesmo que o líder de um país comande o regime de governo, não significa que aqueles que são forçados a ajudá-lo a criar esse regime também acreditem nele”.
“Pessoas inteligentes demais sofrem tanto quanto aquelas que precisam se esforçar pelo que querem. (...) Qualquer coisa em excesso ou em pouca quantidade traz problemas”.
“O que há de errado em suavizar um pouco a dura realidade da vida? Em essência, estar vivo não é muito mais do que trilhar um longo e tortuoso caminho em direção à morte. Por que não podemos fazer com que o trajeto seja mais agradável?”.
“Quanto mais inteligente você é mais você pensa; quanto mais você pensa mais você percebe o quanto a vida é fútil; e cada vez mais, deseja se afastar de toda essa futilidade”.
“A maioria das pessoas quer aquilo que não pode ter. O dia que você acorda e percebe que esse desejo é algo totalmente fútil, e observa aquilo que realmente tem, é o momento que começa a trilhar o caminho da satisfação relativa. A vida é uma loteria, os dados são lançados e temos que fazer o melhor com o que recebemos”.
“É uma questão de sobrevivência. Quando encontra a necessidade, você aprende rápido o que deve fazer”.
“A guerra sempre volta a acontecer. Faz parte da condição humana desejar mudanças e ser incapaz de sustentar a paz”.
“Muito poder concentrado nas mãos de uma só pessoa frequentemente o corrompe”.
“Nada na vida é tão sério, desde que você esteja vivo e consciente”.
“A morte de uma geração anterior significa que você realmente virou uma pessoa adulta. Talvez seja o prêmio pela tristeza de perdê-los”.
“A alegria de perceber que os outros precisam de você é muito maior do que precisar dos outros”.
“A vida não dá segundas chances. Ela pede, e às vezes implora, que você agarre o que ela lhe oferece, que reconheça o que é bom e descarte o que é ruim”.
Texto e Imagem: Google
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