A arte da serenidade


Título original: Shining through
Autor(a): Hugh Prather
Ano da edição: 2008
Editora: Sextante
Gênero: Reflexão
Catalogação: Felicidade
Sinopse: Autor de "Não leve a vida tão a sério", que já vendeu 350 mil exemplares no Brasil, Hugh Prather mais uma vez usa o seu profundo conhecimento da alma humana para nos ajudar a encontrar o equilíbrio emocional, físico e mental e a encarar as dificuldades com uma postura positiva e serena. Por que relutamos tanto em perdoar? Por que julgamos os outros? Por que sabotamos nossa própria felicidade? Por que vivemos eternamente inconformados e cheios de culpa? Em "A arte da serenidade", Prather responde a essas questões e levanta muitas outras. Seu objetivo é nos fazer refletir sobre o que nos impede de ser livres, de ter uma relação mais verdadeira com Deus e de desenvolver a sabedoria e a compaixão. Trazendo meditações, exercícios, pensamentos e orações, este livro revitaliza nossa auto-estima, resgata nossa fé e nos faz abrir os olhos e a mente para aquilo que realmente importa: o amor - por nós mesmos e por tudo aquilo que nos cerca.
TRECHOS EXTRAÍDOS NA LEITURA DO LIVRO
“Começar de novo leva menos tempo do que analisar por que parei”.
“Muitos caminhos surgem da minha serenidade e dos meus conflitos, mas qual eu decido seguir é de minha inteira responsabilidade”.
“Nosso progresso é medido não por aquilo que fazemos, mas pelo que consideramos ser a nossa meta”.
“Se as circunstâncias permitirem, evite avaliar os problemas, abandone todos os questionamentos e exigências e volte-se diretamente para Deus. Tudo o que você precisar dizer ou fazer fluirá de uma paz genuína e harmônica”.
“Todas as vezes que preferimos a paz ao pesadelo, acordamos com mais segurança e vivemos mais plenamente. Com Deus, não estamos sozinhos”.
“Só ficamos verdadeiramente saudáveis quando deixamos nossas mentes voltarem a enxergar com ingenuidade e serenidade. A cura, portanto, é totalmente natural”.
“Todas as vezes que libertamos a mente de uma sequência de pensamentos condenatórios e permitimos que ela retorne à benevolência, estamos praticando o pleno perdão”.
Texto e Imagem: Google 
📚 Biblioteca Pessoal 

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